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A mesada vira assunto entre vocês dois.

O CoIn registra o que o jovem de 11 a 14 anos recebe, gasta e guarda. Não para ele aprender sozinho — para vocês conversarem sobre isso.

Grátis. O responsável cria a família e convida o jovem.

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Os dois pontos de encontro

Nada acontece sozinho aqui.

São os dois únicos momentos em que vocês agem em sequência. É deles que nasce a conversa.

Responsável

Paguei a mesada de agosto

Aprendiz

Confirmo, recebi

Enquanto ele não confirma, fica pendente e visível para os dois. Sem prazo automático — isso se resolve conversando, não por um contador na tela.

Aprendiz

Terminei a tarefa

Responsável

Aprovei, o crédito entrou

Se ficou pela metade, você devolve com um comentário em vez de recusar em silêncio. É a conversa que ensina.

A mesada não é prêmio.

Ela não depende de nota nem de comportamento. Chega sempre, na data combinada, e a lição é fazer durar até o fim do período. As tarefas rendem um extra por cima — nunca substituem a mesada.

Essa regra contraria o que apareceu nas entrevistas com pais. Ela vem da psicóloga ouvida na pesquisa e de Gustavo Cerbasi: mesada é instrumento de orçamento, não recompensa por bom comportamento.

“Jogo nenhum no mundo nunca educou ninguém para coisa nenhuma. O importante é que os pais compreendam o jogo como um veículo e não como uma solução pedagógica.”
Cássia D'Aquino, educadora financeira, em entrevista para a pesquisa que deu origem ao CoIn.

O CoIn não movimenta dinheiro.

Não há Pix, não há conta, não há saldo guardado com a gente. O dinheiro muda de mãos como sempre mudou na sua família. O que o app faz é registrar e calcular — e deixar visível o que antes ninguém acompanhava.

Comece pela sua família.

Você cria a conta, define a mesada e convida o jovem. Leva poucos minutos.

Prefere pelo aplicativo?

O CoIn funciona no navegador do celular hoje. Estamos avaliando fazer um app.